segunda-feira, 29 de agosto de 2011

vídeo recortes_30 anos no olhar de Ruth Slinger


Exposição que vale super a pena no MIS !!

A exposição apresenta um recorte do acervo pessoal da videomaker paulistana Ruth Slinger, uma das pioneiras na utilização do vídeo como suporte para a comunicação e para a arte. vídeo recortes constitui um registro da variedade temática dessa mídia nas últimas três décadas, trazendo imagens captadas com uma qualidade estética e documental raramente encontrada em acervos particulares.

Serão exibidas mais de mil horas de vídeos nos formatos DVCam e MiniDV, alguns deles reunindo imagens transpostas de formatos como U-Matic, VHS e Hi-8."


02set - 02out2011
Abertura: 1º de setembro, quinta, 19h

espaço redondo

R$ 4,00 (50% de desconto para estudantes)



http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=787

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

15 Motivos para compra o CD Chico – Chico Buarque



1)     Chico é Chico e sempre será;
2)      Para que gostou das melodias dos Cds anteriores, pode confiar nesse novo, é mais do mesmo;
3)    Suas letras remetem ao atual Chico, que vive no mundo moderno;
4)    As letras dizem...os anos passam...
5)    Sim, nos sabemos, mas gostamos de você mesmo assim!
6)   Chico deu prévias dos seus lançamentos no seu site oficial http://chicobastidores.com.br/index
7)     Você pode comprar o CD dele pelo site e, de quebra, saber notícias e novidades!
8)    Diversidade de ritmos: tem marchinha, samba, valsa...
9)    O novo remete ao velho;
10  As melodias são harmônicas e possuem riqueza de instrumentos.
11  As músicas parecem evoluir durante sua passagem;
12  Ouvimos o Chico namorado, poeta, religioso, intérprete, compositor;
13  MPB diversificada;
14 Ouça o CD lentamente, sem pressa, para curtir toda harmonia;
15  Precisa mais?!
16  EXTRA: Deliciosas participações especiais.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Nada de balão mucho!


      Curiosamente, meu pai, que é professor, me mostrou esse vídeo motivacional...quando ouvimos falar nisso, logo pensamos: "Que saco....vídeo motivacional... vai falar a mesmo coisa de sempre..."
     Mas, as vezes, esses vídeos nos fazem muito bem e casam com a situação que estamos vivendo atualmente. Como aconteceu comigo.
      Por isso assistam! Podem fazer tão bem para vocês, quanto fez para mim!


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cinema Novo brasileiro

Com a falência dos grandes estúdios paulistas, como a Vera Cruz, uma nova linha de filmes começa a ser produzido. O principal lema do Cinema Novo era “Uma ideia na cabeça, uma câmera na mão”.  Assim, por volta da década de 60, iniciasse a produção de uma nova gama de filmes, que visava mostrar a situação social da época.
 A intenção dos jovens cineastas caminhava na contramão dos grandiosos filmes, gravados com recursos caríssimos. O conceito baseava-se em produções contra a alienação cultural, ansiavam por produções baratas, verdadeiramente brasileiras, com cenários simples e sequências de cenas longas, como características.
            Glauber Rocha foi um dos idealizadores desse novo ideário de fazer longa-metragem. Os filmes Deus e o Diabo na Terra do Sol e Vidas Secas mostram a vida no nordeste brasileiro e  procuram denunciar as mazelas dessa região, como a vida dos trabalhadores rurais e a miséria.
            A gravação é feita visando buscar o maior realismo possível. Em Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, o casal Manuel e Rosa buscam um pedaço de terra, com a venda de algumas cabeças de gado, que acabam morrendo no caminho para a cidade. Porém o gado era de um coronel, que por uma discussão, acaba morto por Manuel. O casal foge e no decorrer do longa, Manuel se junta a um grupo de revolucionários, que é liderado por Beato, um religioso.
            O filme junta a miséria vivida na região nordeste, com a exploração dos grandes proprietários de terra e mostra o forte apelo religioso. Ele abordou características que o cinema novo pregava, principalmente na primeira fase, com grande criatividade estética e baixo custo.
            Utiliza o recurso da câmera na mão, conseguindo aproximar o espectador do filme e utiliza a narrativa do filme desconexamente, destacando-a. Glauber alcança, assim, o destaque de suas obras através de atributos definidos pela arte do cinema novo, virando referencia dessa fase para as próximas décadas.
            Já Vidas Secas é a adaptação de uma obra literária de Graciliano Ramos. Dirigido por Nelson Pereira dos Santos, conta a história de retirantes nordestinos. Com riqueza de detalhes, poucos diálogos e planos longos, uma família composta de quatro pessoas, Fabiano, Sinha Vitória, o menino mais velho, o menino mais novo, a cachorra Baleia e um papagaio, tentam fugir da seca e da miséria.
            Peregrinos, a família busca pelo sertão, um lugar melhor para viver. Na adversidade, a família acha uma casa abandonada e se fixa nela. Em uma trama bem construída, narra-se à história da luta pela sobrevivência dessa família no meio hostil, mostrando a relação do ser humano com o ambiente.
            O filme é inteiro em preto e branco, o espectador consegue sentir o filme, os personagens e o ambiente da seca, por existir um grande domínio dos objetos e dos meios de filmagem. A câmera está sempre seguindo os personagens de maneira oportuna e instigante.









sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Melhores Cervejas

O jornal Estadão postou uma matéria bem bacana hoje, 19/08. Já que os brasileiros são os terceiros, no ranking mundial, no consumo de cerveja, o jornal listou algumas das melhores cervejas para se consumir, de acordo com o crítico de cerveja, Bob Fonseca. Vamos fazer jus a esse título! De uma olhada:

incone_cerveja_1.JPG

incone_cerveja_2.JPG

incone_cerveja_3.JPG

incone_cerveja_4.JPG

http://blogs.estadao.com.br/divirta-se/gaste-com-moderacao/  ( Clique aqui para ampliar as imagens)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Kant


KANT, Immanuel, filósofo prussiano (1794- 1804), um dos grandes filósofos dos princípios da era moderna:

“As diferentes sensações de contentamento ou desgosto repousam menos sobre a qualidade das coisas externas, que as suscitam, do que sobre o sentimento, próprio a cada homem, de ser por elas sensibilizado com prazer ou desprazer. Provêm daí as satisfações de alguns homens por aquilo de que outros têm asco, a paixão amorosa, que frequentemente é um enigma para todos, ou mesmo a intensa repugnância que alguém sente por algo de todo indiferente a outra pessoa” (Kant, 1992:19)